Christopher, o norueguês que conheci e Oslo me chamou para varias festas em Stavanger, mas acabei mesmo indo em apenas em duas. A primeira foi mais uma festa de republica de calouros e veteranos da universidade local, mas a outra foi uma festa para valer! Como ele é segurança de boate, conhece todas as manhas para entrar de graça em todos os lugares, w ainda cloca uma galera para dentro. Até eu fiquei surpreso com a malandragem dele. As festas não compremeteram minha atenção no curso, mas me deixaram morto para a viagem seguinte.
Após retornar para Oslo, passei em casa só para tomar um banho e deixar a pasta, pois tinha que pegar trem para Bergen as 23hs. A viagem de trem foi aquém da minha expectativa, pois não achei confortável suficiente para dormir, nem pude apreciar a viagem pois esta amanhencendo mais tarde, e não as 3hs como imaginava. Deu para ver algumas paisagens muito bonitas, mas estava muito incomodado com sono e dor nas costas para admirar.
Ao chegar em Bergen, fui ao albergue que reservei, cuja localização é excelente. Passeei pelas lojas ao longo do cais, no qual são vendidos todo tipo de tranqueira para turista, além de pele de animais e chifres para quem não sabe o que faz com que tem na cabeça.
Em seguida fui a um mirante na montanha próxima, onde tem um restaurante tradicional e um parque muito bonito. Para subir, basta pegar um bonde vertical, ou para os corajoso, subir a pé durante 2hs.
Entrei em contato com a norueguesa local e combinamos de nos encontrarmos a noite. No meio tempo eu passeei bastante nas ruas charmosas da cidade. O Bergenhese é como o carioca, bem aberto e falante, e a cidade lembra bem o Rio, com diversas lojas de arte e roupa, mas chove o tempo todo, com intervalos de sol interrompendo a chuva a cada hora. Ao sair de Stavanger acabei deixando o meu guarda-chuva no escritório, mas só mais tarde descobri que deixei o também o aparelho de barba, que tenho a mais de 10 anos, no hotel. Contornando esses pequenos problemas, pude sair a noite mais a vontade, sem precisar da jaqueta o tempo todo. Encontro com a garotas e fomos a varias baladas, nas quais percebi um povo mais descontraído do que em Oslo.
No dia seguinte sai do albergue e deixe minha mala num guarda-volumes da estação, onde tentei sem sucesso remarcar minha volta para mais cedo. Então resolvi preencher o tempo indo para outro mirante, onde é necessário bondinho suspenso para chegar. Lá e empoguei e acabei fazendo uma pequena trilha, apesar de estar vestido inapropriadamente. Num passo mais largo para pular a lama só ouvi o barulho da minha calca rasgando... ja ia trocar mesmo pois esta bem velha e acabada.
Ao retornar estava morto de cansado, mas ainda bati um pouco de perna pela cidade e parei num bar para descansar, tomar um café e escrever esse blog. O resto fica para próxima semana...
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